Então pessoal No imaginário popular, as renas são sempre lembradas como as icônicas ajudantes do Papai Noel. No mundo real, porém, elas têm se tornado mais uma vítima das mudanças climáticas, ao lado do urso polar, dos alces e outros habitantes das terras geladas. Segundo os cientistas, as renas estão diminuindo de tamanho, um efeito colateral da mudança climática que tem reduzido a disponibilidade de alimento durante o inverno para esses animais no Ártico.
As temperaturas da região estão subindo mais rapidamente do que a média mundial, em meio à intensa acumulação de gases de efeito estufa na atmosfera, vilões do aquecimento global.
Os ecologistas, do Instituto James Hutton, do Instituto Norueguês para Pesquisa na Natureza e da Universidade Norueguesa de Ciências da Vida, trabalham na zona alta do Ártico desde 1994, medindo e pesando as renas. A cada inverno, eles capturam, marcam e medem os filhotes de 10 meses de idade, retornando todos os anos para recapturá-los e acompanhar seu tamanho e peso enquanto se desenvolvem como adultos. A pesquisa mostra que o peso das renas adultas diminuiu 12% em 16 anos, passando de 55 kg para os espécimes nascidos em 1994 para pouco mais de 48 kg para os nascidos em 2010. Outro fator em jogo é que, nos últimos 20 anos, o número de renas dobrou, então uma maior competição por comida no inverno também poderia ajudar a explicar a diminuição da rena. Segundo os pesquisadores, nas próximas décadas, poderão surgir renas ainda menores no Ártico e,
possivelmente, em risco devido ao aumento do gelo no solo e menor oferta de alimento.
As temperaturas da região estão subindo mais rapidamente do que a média mundial, em meio à intensa acumulação de gases de efeito estufa na atmosfera, vilões do aquecimento global.
Os ecologistas, do Instituto James Hutton, do Instituto Norueguês para Pesquisa na Natureza e da Universidade Norueguesa de Ciências da Vida, trabalham na zona alta do Ártico desde 1994, medindo e pesando as renas. A cada inverno, eles capturam, marcam e medem os filhotes de 10 meses de idade, retornando todos os anos para recapturá-los e acompanhar seu tamanho e peso enquanto se desenvolvem como adultos. A pesquisa mostra que o peso das renas adultas diminuiu 12% em 16 anos, passando de 55 kg para os espécimes nascidos em 1994 para pouco mais de 48 kg para os nascidos em 2010. Outro fator em jogo é que, nos últimos 20 anos, o número de renas dobrou, então uma maior competição por comida no inverno também poderia ajudar a explicar a diminuição da rena. Segundo os pesquisadores, nas próximas décadas, poderão surgir renas ainda menores no Ártico e,
possivelmente, em risco devido ao aumento do gelo no solo e menor oferta de alimento.

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