Então pessoal o chefe de governo italiano, Paolo Gentiloni, anunciou na madrugada desta sexta-feira um plano de socorro para o BMPS e outros bancos em dificuldades, aprovado pelo Conselho de Ministros.
O plano de emergência, adotado após o fracasso da recapitalização nos mercados do terceiro banco da Itália, será apoiado por um fundo de 20 bilhões de euros avaliado pelo Parlamento, e garantia dos depósitos dos correntistas, disse Gentiloni em entrevista coletiva.
O plano prevê, em primeiro lugar, a possibilidade de o Tesouro garantir as novas obrigações emitidas por um banco em dificuldades, em troca de uma comissão, para permitir que a instituição tenha o mesmo nível de confiança que o Estado e possa recorrer aos mercados financeiros mesmo “submetida a tensões”, destaca a presidência do Conselho. O BMPS, o banco mais antigo do mundo, é o ponto fraco do sistema bancário italiano, cuja fragilidade e créditos duvidosos – que sem dúvida jamais serão devolvidos-inquietam toda a Europa.
O sistema bancário italiano em seu conjunto gera grande preocupação devido à sua dispersão (aproximadamente 700 estabelecimentos) e à importância dos créditos morosos em sua carteira, estimados em 360 bilhões de euros, um terço do total da zona do euro.
O BMPS está em dificuldade há anos. Foi fragilizado pela desastrosa compra em 2007 do banco Antonveneta, e depois pelo escândalo de prevaricação, com o qual acumulou as perdas de 14 bilhões de euros entre entre 2011 e 2015.
Desde 2014, implementou duas ampliações de capital de 8 bilhões de euros, quantia já dissipada. As ações do BMPS sofreram uma desvalorização de 86% desde o início de 2016.
O plano de emergência, adotado após o fracasso da recapitalização nos mercados do terceiro banco da Itália, será apoiado por um fundo de 20 bilhões de euros avaliado pelo Parlamento, e garantia dos depósitos dos correntistas, disse Gentiloni em entrevista coletiva.
O plano prevê, em primeiro lugar, a possibilidade de o Tesouro garantir as novas obrigações emitidas por um banco em dificuldades, em troca de uma comissão, para permitir que a instituição tenha o mesmo nível de confiança que o Estado e possa recorrer aos mercados financeiros mesmo “submetida a tensões”, destaca a presidência do Conselho. O BMPS, o banco mais antigo do mundo, é o ponto fraco do sistema bancário italiano, cuja fragilidade e créditos duvidosos – que sem dúvida jamais serão devolvidos-inquietam toda a Europa.
O sistema bancário italiano em seu conjunto gera grande preocupação devido à sua dispersão (aproximadamente 700 estabelecimentos) e à importância dos créditos morosos em sua carteira, estimados em 360 bilhões de euros, um terço do total da zona do euro.
O BMPS está em dificuldade há anos. Foi fragilizado pela desastrosa compra em 2007 do banco Antonveneta, e depois pelo escândalo de prevaricação, com o qual acumulou as perdas de 14 bilhões de euros entre entre 2011 e 2015.
Desde 2014, implementou duas ampliações de capital de 8 bilhões de euros, quantia já dissipada. As ações do BMPS sofreram uma desvalorização de 86% desde o início de 2016.

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