O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, corre risco de sofrer impeachment por ter admitido que matou “pessoalmente” criminosos quando era prefeito da cidade de Davao. O líder polêmico falou nesta semana a líderes empresariais que, quando era prefeito da cidade, costumava patrulhar as ruas em uma moto grande procurando “um encontro para matar”, só para mostrar aos agentes que era capaz disso.
Mais de duas mil pessoas foram mortas pela polícia em operações contra as drogas desde que Duterte se tornou presidente, Quase todas foram baleadas ao resistir à prisão e outras três mil mortes estão sendo investigadas, e críticos as consideram execuções de vigilantes.
Os aliados de Duterte no Congresso desafiaram os opositores e críticos do líder a apresentarem uma moção de impedimento, dizendo que retirá-lo por meio de um processo político é uma questão numérica – há menos de 50 parlamentares oposicionistas na câmara baixa de 293 cadeiras do Congresso. É necessário ter dois terços destes votos para afastar um presidente filipino.
Mais de duas mil pessoas foram mortas pela polícia em operações contra as drogas desde que Duterte se tornou presidente, Quase todas foram baleadas ao resistir à prisão e outras três mil mortes estão sendo investigadas, e críticos as consideram execuções de vigilantes.
Os aliados de Duterte no Congresso desafiaram os opositores e críticos do líder a apresentarem uma moção de impedimento, dizendo que retirá-lo por meio de um processo político é uma questão numérica – há menos de 50 parlamentares oposicionistas na câmara baixa de 293 cadeiras do Congresso. É necessário ter dois terços destes votos para afastar um presidente filipino.

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