Então pessoal O escritor americano William Peter Blatty, autor do romance “O Exorcista” e do roteiro do filme de mesmo nome, morreu na quinta-feira, aos 89 anos, em Bethesda, nos arredores de Washington, por causa de um mieloma múltiplo. O anúncio da morte foi feito sexta-feira pelo diretor do filme “O Exorcista” (1973), William Friedkin, no Twitter. Friedkin descreveu Blatty como um “querido amigo e irmão”. A causa da morte foi um mieloma múltiplo, um tipo de câncer de medula óssea, explicou a mulher do escritor, Julie Witbrodt Blatty, ao jornal “The Washington Post”.
Blatty nasceu em Nova York, mas passou em Washington os últimos anos de sua vida. O autor ficou famoso após o filme “O Exorcista”, pelo qual ganhou o Oscar de melhor roteiro adaptado. Em novembro de 2015, o escritor participou na capital de uma cerimônia de instalação de uma placa comemorativa de homenagem ao filme perto da escada onde morre o padre Damien Karras na história. Os 75 degraus estão há mais de um século no histórico bairro de Georgetown, mas, até dois anos atrás, não tinham a mínima indicação de sua importância cinematográfica. “O Exorcista”, considerado uma das melhores obras de terror de todos os tempos, se baseava no romance escrito pelo próprio Blatty. O filme foi indicado a dez estatuetas, vencendo apenas o de melhor roteiro adaptado, que ficou com o próprio escritor, e melhor som.
Blatty nasceu em Nova York, mas passou em Washington os últimos anos de sua vida. O autor ficou famoso após o filme “O Exorcista”, pelo qual ganhou o Oscar de melhor roteiro adaptado. Em novembro de 2015, o escritor participou na capital de uma cerimônia de instalação de uma placa comemorativa de homenagem ao filme perto da escada onde morre o padre Damien Karras na história. Os 75 degraus estão há mais de um século no histórico bairro de Georgetown, mas, até dois anos atrás, não tinham a mínima indicação de sua importância cinematográfica. “O Exorcista”, considerado uma das melhores obras de terror de todos os tempos, se baseava no romance escrito pelo próprio Blatty. O filme foi indicado a dez estatuetas, vencendo apenas o de melhor roteiro adaptado, que ficou com o próprio escritor, e melhor som.

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