Este ano está se configurando como o mais sincronizado para o crescimento global desde o período imediatamente posterior à última recessão, o que pode diminuir o peso carregado pelos EUA de atuar como motor econômico do mundo. O crescimento mais rápido ao redor do mundo também poderia ajudar a diminuir os déficits comerciais dos EUA que, juntamente com o dólar mais fraco, poderiam reduzir parte das crescentes tensões comerciais que surgiram com a posse do presidente norte-americano, Donald Trump. Há também evidências de aumento de ritmo em boa parte do mundo. A confiança econômica na zona do euro é mais forte do que no período posterior à crise da dívida, em 2011, e apesar de o desemprego continuar sendo duas vezes maior que o nível registrado nos EUA, o índice está caindo mais rapidamente do que o previsto.
A recuperação do comércio na Ásia é impulsionada pela política monetária mais relaxada e pelos estímulos da China, aplicados no ano passado em meio aos temores relacionados a uma forte desaceleração. Os diferenciais entre os títulos de 10 anos e os títulos de dois anos são praticamente os mesmos na zona do euro e nos EUA. Esta é a primeira vez que isso acontece desde 2012. Nenhuma economia do Grupo dos 20 deverá registrar declínio de produção neste ano, segundo pesquisas da Bloomberg com economistas. Se a projeção for confirmada pelos dados, será a primeira vez desde 2010 sem contração. Inclusive, 12 economias do G-20 deverão ver o crescimento acelerar ou permanecer no mesmo patamar em 2017, o que seria o melhor resultado desde 2010.
A recuperação do comércio na Ásia é impulsionada pela política monetária mais relaxada e pelos estímulos da China, aplicados no ano passado em meio aos temores relacionados a uma forte desaceleração. Os diferenciais entre os títulos de 10 anos e os títulos de dois anos são praticamente os mesmos na zona do euro e nos EUA. Esta é a primeira vez que isso acontece desde 2012. Nenhuma economia do Grupo dos 20 deverá registrar declínio de produção neste ano, segundo pesquisas da Bloomberg com economistas. Se a projeção for confirmada pelos dados, será a primeira vez desde 2010 sem contração. Inclusive, 12 economias do G-20 deverão ver o crescimento acelerar ou permanecer no mesmo patamar em 2017, o que seria o melhor resultado desde 2010.
